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Laranjeiras do Sul - Prefeita defende UTI e garante os R$ 30 mil desde que Estado assegure repasse mensal por 10 anos

Nesta Quinta-feira (19) houve uma coletiva de imprensa no auditório do Centro Integrado de Assistência Social (CIAS).


Estiveram presentes secretários, representantes dos governos municipais, vereadores, presidente e representantes do Instituto São José (ISJ) e imprensa em geral.


Reuniram-se para tirar as dúvidas referentes à implantação, instalação e funcionamento da UTI em Laranjeiras do Sul, que por determinação do Estado essa Unidade de Tratamento Intensivo deve estar em funcionamento até dia 09 de outubro que é o prazo dado, caso não esteja funcionando até lá os equipamentos estarão à disposição do Estado.


O diretor do ISJ, Paulo Leal destacou que o principal impasse para o funcionamento da UTI é a falta de equipe técnica.


“Há muito tempo que o médico itensivista é solicitado não é de agora que estamos correndo atrás, inclusive já fiz vários contatos para outros estados do Brasil, mas a dificuldade de achar e trazer um especialista para o interior não é um problema Laranjeirense, mas sim um problema nacional”, destaca.

 

Algumas Alternativas


A vice- presidente da Assiscop a prefeita de Porto Barreiro, Marinez Crotti, vê algumas alternativas como a prorrogação do prazo e a questão política de todos os municípios podem mudar esse resultado. ”Pois na Legalidade o município pode apenas pode investir em medicina básica, não em complexa que é responsabilidade do Estado”, enfatiza.


Já a secretária de saúde de Laranjeiras do Sul, Giórgia Luchese, reforça que nenhuma secretaria é contra a abertura da UTI, legalmente não é permitido o município realizar a manutenção da saúde de alta complexidade.


O Governo Municipal, de forma comprometida e séria, desde o início do ano, busca formas junto ao Instituto São José e a secretaria de Estado de Saúde para tirar a UTI do cenário abstrato e fazê-la de fato cumprir seu principal papel – salvar vidas. Ontem, a prefeita Sirlene saiu em defesa da causa e assumiu o compromisso de viabilizar até R$ 30 mil para o funcionamento, desde que o Estado assegure o repasse mensal de R$ 50 mil por um prazo mínimo de 10 anos, além da contratação da equipe técnica por parte do Instituto São José.


A prefeita Sirlene ressaltou que o principal empecilho da UTI não estar funcionando não é a questão financeira e sim a formação do quadro clínico, em especial, no que se refere à contratação de um médico intensivista. Diferentemente do propagado, a responsabilidade dos 10 leitos não estar à disposição da população não é unicamente de Laranjeiras do Sul. Outro ponto esclarecido durante a coletiva é sobe o uso da UTI. Com a mudança organizacional proposta pelo Governo do Estado inexiste a possibilidade da unidade atender apenas uma demanda regional. Isso posto, o centro seria regulado pela Central de Leitos, ficando a disposição dos 399 municípios do Paraná.


Gisélio Linhares, secretário de Governo e Gestão, destaca mais uma vez que além da equipe técnica já mencionada, “é necessário um plano para uma série de fatores em longo prazo, para que após as diferentes gestões de continuidade e garantia que a UTI continuará funcionando”, finaliza.










                                                           Por Luiz Alcântara
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